Os casos de corrupção deflagrados na Operação Lava Jato vem tornando a sociedade brasileira doente. E parece ser este o papel da mídia. Fazer uma total lavagem cerebral, com um marketing repetitivo, dia e noite, batendo na mesma tecla. A mesma estratégia adotada pelo Capitão Nascimento do filme, “tropa de elite”. A operação completou um ano e começou investigando quatro organizações e o doleiro Alberto Youssef. Mas não saiu mais da mídia. Parece um ritual.
Mesmo com todas as evidências de que existem outros partidos envolvidos no esquema, a conta está sendo creditada só nas costas do partido dos trabalhadores. Ninguém está dizendo que o PT não tem erro. Tem. Mas existe uma campanha orquestrada para destruir o partido. A lista que o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, entregou ao STF é enorme. Vários parlamentares, de diversos partidos estão lá.
“Já fiz pedido formal ao procurador Geral da República para entregar documentos que comprovam o envolvimento do senador Aécio Neves na chamada lista de Furnas e na Operação Lava Jato. O procurador afirmou que se tivesse mais provas, reabriria o inquérito. Por isso fui lá para entregar mais provas, juntamente com o deputado estadual Rogério Correia e o deputado Federal Adelmo Carneiro Leão. Esperamos que se investigue tudo, independente de partidos ou pessoas,” afirmou Padre João.
Infelizmente a corrupção existe e não é de hoje. Não poupa partidos, nem governos, nem a sociedade. Temos que combatê-la, onde quer esteja, em todos os lugares e época.
É estranho e lamentável o silêncio da mídia e até o comportamento do judiciário sobre o mensalão mineiro, trensalão de São Paulo e mesmo a lista do Banco HSBC, onde figuram empresários da mídia brasileira e outros setores envolvidos no esquema do Swissleaks.




