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Mandato vai às ruas contra a Reforma da Previdência

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A luta do Mandato Coletivo e Participativo do Deputado Padre João contra a Reforma da Previdência, prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, tem se fortalecido dia após dia. Na última semana o parlamentar e assessores foram às ruas nos municípios de Barbacena, Ouro Branco e Conselheiro Lafaiete para alertar a população sobre a possibilidade do fim da aposentadoria, caso a PEC seja aprovada. Nesta sexta-feira (24/03), padre João vai percorrer o município de Timóteo, e no sábado (25/03), vai à Juiz de Fora.

Nas ruas, escolas e associações Padre João tem explicado os pontos mais críticos da PEC. “As mulheres são as mais prejudicadas com o desmonte da Previdência. Haverá mudanças drásticas também para os professores e trabalhadores rurais. Milhões de pessoas deixarão de se aposentar nos próximos dois anos se ela for aprovada. Além disso, haverá um impacto também para os jovens que buscam emprego. As oportunidades serão escassas, já que os mais velhos terão que se manter nos empregos por mais tempo”, enfatizou.

Além dessas agendas regionais, no próximo dia 31, às 17h, na Praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais,  o mandato estará presente em mais uma manifestação nacional. Vários municípios mineiros estão se organizando para fortalecer o movimento e pressionar o governo ilegítimo contra a reforma.

 

Luta de classe

Esta semana o governo ilegítimo de Michel Temer anunciou que vai excluir servidores municipais e estaduais da reforma. Ao transferir para estados e municípios a gestão do regime previdenciário, os servidores podem enfrentar regras ainda mais rígidas. Tal iniciativa foi vista pelos sindicatos e movimentos sociais como uma tentativa de enfraquecer a mobilização contra a PEC.

Para Beatriz Cerqueira, coordenadora geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), integrante da direção executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG), o recuo do governo visa fragmentar a luta. “O anúncio de Temer significa que ele sentiu a força da mobilização e tenta rearranjar, retirando parcelas importantes que compõe essa pressão. A luta contra essa reforma não é de categoria – para excluir um grupo ou outro. Trata-se de uma luta de classe”, afirma.

Quer saber mais detalhes sobre a PEC 287?

Então acesse o site do deputado Padre João e baixe o folheto explicativo “Folder PEC 287 – O Governo quer acabar com a aposentadoria!”

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