O deputado Padre João participou nesta quarta-feira, dia 6, da reunião dos parlamentares mineiros da base de apoio à presidenta Dilma Rousseff. No encontro, realizado na sede da Confederação Nacional do Transporte (CNT), foram discutidas estratégias para o fortalecimento de Minas no cenário nacional. “É muito importante a união do conjunto dos deputados em prol de MG. Seja para o desenvolvimento regional, seja para o metropolitano, com obras e ações que o garanta”, ressalta Padre João.
O conjunto de deputados estaduais, federais e o senador Clésio Andrade, denominado “Grupo Pró-Minas da Dilma”, pretende também se posicionar contra o senador Aécio Neves.
De acordo com o grupo, Minas Gerais está “sub-representada na estrutura do Estado brasileiro”, e, principalmente, nos investimentos do governo federal. O Estado é o segundo mais populoso do país e tem o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB), mas possui apenas um ministro – no governo passado, chegou a ter cinco. “O projeto político mineiro tem deixado o estado aquém dos demais. Até mesmo as atividades primárias foram paralisadas, como a exportação de minério bruto. Com isso, nosso estado fica refém de uma economia globalizada”, enfatiza o deputado Padre João.
Ataque ao PT
Em outra reunião, o deputado Padre João entregou ao ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, uma denúncia sobre a manipulação de uma questão da primeira prova de avaliação diagnóstica do Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE) de 2011. Na questão, a pergunta e as respostas de “múltipla escolha” da questão 17 são um ataque ao PT e ao companheiro Lula.
O deputado estadual Rogério Correia — líder do bloco “Minas sem Censura” na ALMG — foi o responsável pela realização da denúncia na reunião na CNT e à imprensa. O parlamentar informou que vai tomar as medidas cabíveis para o caso.
A citada prova (de código 326580), usada como material de propaganda com o fim de atacar partido político, atenta aos princípios da Administração Pública, violando os deveres de honestidade, imparcialidade e legalidade, podendo configurar ato de improbidade administrativa.
Veja, abaixo, cópia da referida questão:





