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Padre João presta solidariedade e apoio às vítimas da tragédia em Mariana

O deputado federal Padre João acompanha a situação dos atingidos pela tragédia ocorrida no Distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, dia 05/11/15.  O rompimento de duas barragens, Santarém e Fundão, destruiu, devastou Bento Rodrigues e Paracatu no Município de Mariana. Segundo dados, 28 pessoas morreram, mas até agora só foram encontrados 05 corpos. Dentre os desaparecidos, 13 são trabalhadores da empresa.

O mar de lama atingiu municípios de Minas Gerais desde Bento Rodrigues indo até o estado do Espírito Santo onde o Rio Doce lança suas águas no mar. A rota da lama deixou um rastro de destruição social e ambiental incalculável.

Assim que ficou sabendo da tragédia, na tarde do dia 05, Padre João ligou imediatamente para o Secretário de Governo de Minas, Odair Cunha, pedindo providências e presença do governo no local. Na sexta-feira, 06/11, o Governador Fernando Pimentel esteve em Mariana, acompanhado também pelo Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi.

Padre João chegou em Mariana na sexta, 06/11 e permaneceu na cidade até domingo, dia 08. O parlamentar ouviu os atingidos e se reuniu com movimentos sociais,  sindicais, com Dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispo de Marina e vários padres das paróquias da Arquidiocese, com o Ministério Público, Defesa Civil, Prefeito e vereadores.  Por sua intervenção, a Ministra dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes esteve em Marina no sábado, 07/11 e cumpriu intensa agenda, visitando e ouvindo os atingidos, reunindo-se com autoridades locais e tomando encaminhamentos.

Padre João cobrou ainda ações do Governo Federal através dos diversos Ministérios e da Secretaria Nacional de Defesa Civil.

“A tragédia é muito grande. Uma tristeza. Muita morte e destruição. Só que vê de perto pode sentir. Estamos prestando nossa solidariedade e apoio. E vamos acompanhar de perto as ações para apurar as responsabilidades. Esta tragédia tem nome: Vale e BHP Bililiton, empresas que controlam a Samarco. Havia indícios de que o muro da barragem estava comprometido, saturado, o que levou o rompimento. Vamos cobrar os prejuízos, os danos causados às famílias, ao seu modo de sobrevivência e ao meio ambiente. Vai ser uma tarefa longa, mas não vamos desistir. Nosso  mandato vai estar à disposição das famílias atingidas,”  firma Padre João.

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